28 novembro 2012

Novidade em células tronco

A empresa ACT (Advanced Cell Technology) anunciou que foi autorizada a iniciar tratamento com células tronco em um segundo e terceiro paciente nos Estados Unidos.


A ACT está realizando 3 estudos na Europa e Estados Unidos utilizando células tronco embrionárias humanas (hESC)-derivada do Epitélio Pigmentar da Retina (EPR).

As doenças a serem tratadas serão a DMRI seca e Distrofia macular de Stargardt.

A Oftalmolaser está em constante busca nas pesquisas científicas internacionais para oferecer medicina de ponta aos nossos pacientes.

Siglas
DMRI - Degeração Macular Relacionada à Idade

Referências
1) ACT, site do fabricante


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23 novembro 2012

O que é DMRI?

DMRI é a sigla para Degeneração Macular Relacionada à Idade. 


A DMRI é uma doença decorrente de degeneração progressiva da região central da retina, é uma das principais causas de perda visual na terceira idade.

Se não tratada corretamente e à tempo, a perda visual pode ser irreversível.


O que é? 
A DMRI ocorre em pessoas acima de 50 anos. É o processo de envelhecimento da retina. A visão central fica mais prejudicada do que a periférica. Afeta tanto a visão de longe como a de perto.


Acompanhamento e diagnóstico
O acompanhamento deve ser realizado com o exame de Tela de Amsler todas as semanas em casa. No consultório os exames que Academia Americana de Oftalmologia (AAO) indica são a Retinografia, Angiografia retiniana e Tomografia de Coerência Óptica (OCT).


Como eu trato este problema?
O tratamento médico pode ser realizado com
1) Vitaminas
       a. Nas fases iniciais da doença.

2) Aplicações intravítreas
      a. Nas fases mais avançadas. 
      b. Os remédios disponíveis até agora são o Lucentis, Avastin e Eylea.


O que eu posso fazer em casa para ajudar?
Os hábitos saudáveis de vida são fundamentais para o controle da doença.
1) Alimentação saudável com bastante verduras, frutas e peixes.
2) Atividades físicas todas as semanas
3) Evitar fumar



Em pessoas com DMRI o centro da visão fica mais prejudicado. 
Faça um teste de visão agora aqui.

É muito importante que haja um diagnóstico precoce para que seja possível começar o tratamento o quanto antes, interrompendo assim a progressão da doença.


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19 novembro 2012

Novos tratamentos em glaucoma

A empresa norte americana Ivantis apresentou durante a conferência da Academia Americana de Oftalmologia (AAO), em Chicago, seu novo produto para tratamento do glaucoma. Trata-se de um microimplante ocular que tem o objetivo de recular a pressão intra-ocular (PIO). O nome deste implante é Hydrus Microstent.


Todas as terapias atuais para combate ao Glaucoma tem por objetivo diminuir a PIO. São eles em ordem de popularidade: 1) colírios 2) laser 3) cirurgias. Cada uma das modalidades de terapia possui seus riscos e benefícios.

O glaucoma é a doença líder mundial em causa de cegueira irreversível. O desenvolvimento de novas terapias é essencial para combater a cegueira causada por esta doença.


Referências
1) Ivantis, site do fabricante

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Qual a diferença entre Avastin e Lucentis?

O tratamento para patologias retinianas foi revolucionado com a criação das drogas da classe anti-VEGF. A primeira a ser utilizada foi o Avastin (bevacizumab), Dr. Rosenfeld utilizou este remédio dentro do olho (intravítreo) no Bascom Palmer Eye Institute, Miami.



O Lucentis (ranibizumab) foi lançado no mercado em junho de 2006. Hoje possui muito mais evidência científica de sua eficácia e segurança nas patologias retinianas.

Com o objetivo de comparar os dois remédios, um grande estudo foi finalizado no ano passado, nos EUA. Chama-se estudo CATT, o resultado foi que as duas drogas são semelhantes em eficácia. No Brasil o grande problema é o risco na manipulação (fracionamento) do Avastin.

As patologias retinianas mais prevalentes que estas drogas são utilizadas são a DMRI, Retinopatia Diabética e Oclusões Retinianas.

Referências
1) FDA Approves Lucentis for Diabetic Macular Edema. 

26 outubro 2012

Alta miopia: novos tratamentos


Alta miopia ou miopia patológica ocorre quando há necessidade de óculos (erro refracional) maior do que 6 graus (dioptrias).

O olho do míope é “alongado”. Este alongamento vai aumentando com o passar dos anos e pode levar a perda de visão grave. A visão não pode ser recuperada com os métodos mais comuns como: 1) óculos ou lentes de contato; 2) cirurgia a laser (LASIK ou PRK); 3) Cirurgia para remoção do cristalino (facectomia).


Até hoje não há tratamentos consagrados no ocidente. Um dos fatores para que isso ocorra é que nos Estados Unidos, principal financiador das pesquisas científicas mundiais, não há uma grande frequência de portadores de alta miopia. Este problema é muito mais comum nos países asiáticos. Os principais estudos estão sendo realizados na China e Rússia.

O racional para o tratamento desta patologia é evitar o alongamento do “globo ocular”. Para conseguir este objetivo alguns médicos pesquisadores utilizam técnicas para criar suporte no fundo do olho (esclera).

Referências

1) The efficacy and safety of posterior pole buckles in the control of progressive high myopia. Ward B, Tarutta EP, Mayer MJ. Vitreoretinal Diseases, Retinal Diagnostic Center, 3803 S. Bascom Ave, no. 104, Campbell, CA 95008, USA.
Artigo completo aqui.
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/19229272

2) Axial myopia: A closer look at a promising new therapy. Berkeley university: http://coe.berkeley.edu/news-center/publications/forefront/archive/forefront-spring-2009/features/axial-myopia-a-closer-look-at-a-promising-new-therapy


3) The effect of posterior scleral reinforcement for high myopia macular splitting. Ji X, Wang J, Zhang J, Sun H, Jia X, Zhang W. Department of Ophthalmology, The First Affiliated Hospital, Zhengzhou University, Zhengzhou, China.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21672372

4) T-shaped scleral buckle for macular detachments in high myopes. Devin F, Tsui I, Morin B, Duprat JP, Hubschman JP. Retina. 2011 Jan;31(1):177-80. Centre Paradis-Monticelli, Marseille, France.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21102364

5) Biomechanical considerations: evaluating scleral reinforcement materials for pathological myopia.



6) Posterior scleral buckles effective in arresting progressive high myopia. March 2009

http://www.myvisiontest.com/printme.php?nl=1&idx=276

This paper reports very promising 5-year results of a series of patients undergoing scleral reinforcement for pathologic myopia. These results are far superior to earlier studies of this procedure, that have been generally disappointing. If other surgeons can replicate these results, then it holds the potential the end of severe vision loss secondary to myopic macular degeneration. By preventing staphyloma development, this procedure holds the promise of preventing myopic macular degeneration.


7) http://www.revoptom.com/content/c/22052/


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19 outubro 2012

Vitrectomia sob ar

Artigo publicado esta semana no jornal Retina, pela equipe do Dr. Voleti de Los Angeles, EUA.


Benefícios

1) Visualização da periferia da retina
- índice de refração do ar menor do que BSS (1.00 vc 1.33) permite visualização mais ampla.

2) Remoção do vítreo da base mais efetivo e seguro.



Artigo completo pode ser lido aqui.


08 outubro 2012

Qual a função da retina nos olhos?

A retina é composta por neurônios especializados em receber estímulos luminosos do mundo exterior. Estes estímulos são transformados em impulsos nervosos e enviados ao cérebro através do nervo óptico.




A retina está situada no fundo do olho. É uma camada que recobre a parede ocular interna, como se fosse a câmara da bola de futebol.

As células responsáveis pela recepção de estímulos luminosos são os cones e bastonetes.

Após lesão, as células da retina não se multiplicam novamente. Um importante campo de estudo são as células tronco embrionárias, que conseguiriam formar novamente o tecido retiniano lesado.


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Dr. Marcelo Hosoume Retina - UNIFESP Oftalmo Laser - Presidente Prudente - SP Av. Washington Luiz, 1144 (18) 3222.6363 Oftalmologista Oftalmologo Oftalmo OftalmoLaser

26 julho 2012

Iluvien ainda sem aprovação do FDA

A agência regulatória america FDA (Food and Drug Administration) exige mais 2 grandes clinical trials, além do estudo FAME, para aprovar o uso da droga.

Em muitos países europeus a droga já foi liberada. Austria, França, Alemanha, Portugal e Inglaterra são eles.

Quem perde são os pacientes com Edema Macular Diabético (EMD) americanos que ficam sem este importante modo de tratamento.

O Iluvien, é um dispositivo de liberação lenta de corticóide intravítreo. Ajudaria diminuir as aplicações intraoculares mensais que os pacientes com retinopatia diabética devem realizar.



Mais informações
- Alimera Sciences (fabricante)


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25 julho 2012

Caso clínico 6

Caso clínico apresentado no XII Congresso da Sociedade Caipira de Oftalmologia. 20/07/2012 http://goo.gl/vD9zt

 
Caso clínico: Toxicidade do azul brilhante em cirurgia de vitrectomia from Marcelo Hosoume


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22 julho 2012

Estudo IVAN

Resultados preliminares de 1 ano do estudo apresentam eficácia similar entre ranibizumab (Lucentis) e bevacizumab (Avastin) para o tratamento da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). 

O estudo IVAN (Inhibit VEGF in Age-related choroidal Neovascularisation) está sendo conduzido na Inglaterra, em 23 hospitais e instituições acadêmicas. 

Apresenta 4 grupos: 
1) Bevacizumab mensal 
2) Bevacizumab quando necessário 
3) Ranibizumab mensal 
4) Ranibizumab quando necessário 





Os pacientes foram acompanhados com Tomografia de Coerência Óptica (OCT) e Retinografia mensal. 

Conclusões 

1) Acuidade visual semelhantes entre os grupos. 
2) Efeitos adversos sistêmicos (hemorragias, infartos, derrames entre outros) semelhantes. 
3) BVZ possui menor custo que RBZ. 

O estudo IVAN mostra que ao final do primeiro ano de tratamento Lucentis e Avastin têm eficácia semelhante. Independente da droga utilizada ou modo de tratamento (mensal ou “quando necessário”) a acuidade visual melhora entre 1 ou 2 linhas no exame ocular padrão. 



Siglas

BVZ: bevacizumab (Avastin); RBZ: ranibizumab (Lucentis); PRN: pro re nata, quando necessário; DMRI: Degeneração Macular Relacionada à Idade; OCT: Tomografia de Coerência Óptica; 



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05 julho 2012

Quanto tempo o óleo de silicone pode permanecer no olho?

Após a cirurgia de vitrectomia os cirurgiões de retina podem utilizar uma substância chamada de óleo de silicone (OS).

Esta substância tem o objetivo de "empurrar" a retina contra a parede o globo ocular, assim a mantendo "colada". Veja na imagem abaixo.

Óleo de silicone, em laranja, preenchendo o globo ocular.

Em alguns pacientes podemos deixar este óleo de silicone por muitos meses. Um estudo que será publicado nos próximos meses por um grupo da Turquia (Ankara Atatürk Training
and Research Hospital, Ankara, Turkey) mostra que o tempo que o óleo de silicone pode permanecer no olho sem problemas (emulsificação), na média é de 13 meses (veja o gráfico abaixo). Alguns pacientes ficaram com o OS por mais de 24 meses.





Referências
1) TIME COURSE OF SILICONE OIL EMULSIFICATION. Toklu YCakmak HBErgun SBYorgun MASimsek S.  Retina. 2012 May 30. [Epub ahead of print] Department of Ophthalmology, Ankara Atatürk Training and Research Hospital, Ankara, Turkey.


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23 junho 2012

Microperimetria em pacientes diabéticos

Publicado este mês no jornal Retina pelo grupo do Dohenny Eye Institue, Los Angeles, CA.

A microperimetria pode diagnosticar mais precocemente a perda visual causada pelo diabetes.









Abstract
Purpose: To evaluate the retinal sensitivity and fixation characteristics in participants with diabetes mellitus, using the microperimeter (MP-1) and to correlate the MP-1 values with the severity of diabetic retinopathy (DR).
Methods: We performed complete ophthalmic examinations, including best-corrected visual acuity, slit-lamp examination, indirect ophthalmoscopy, and microperimetry (central 20° of macula) on 210 eyes of 160 participants. Participants included healthy individuals, individuals with diabetes but no retinopathy, and individuals with different stages of DR.
Results: The mean age of participants was (mean ± SD) 49.83 ± 7.43 years for healthy individuals, 53.20 ± 5.7 years for participants with diabetes but no retinopathy, and 55.39 ± 7.81 years for participants with DR. Retinal sensitivity was significantly (P = 0.001) decreased with severity of DR. The mean foveal sensitivity (retinal sensitivity in the central 2°) was 16.68 ± 2.13 dB in healthy individuals, 14.73 ± 3.64 dB in participants with diabetes but no DR, and 11.60 ± 5.76 dB in participants with DR. There was significant loss of retinal sensitivity in participants with diabetes but no retinopathy when compared with healthy individuals. Participants with severe nonproliferative DR showed more significant loss of retinal sensitivity in the central 20° than those with other stages of DR.
Conclusion: The MP-1 is a useful tool to quantify retinal sensitivity in DR. Using the MP-1, we can detect early loss of retinal sensitivity in patients with diabetes but no retinopathy. Patients with severe nonproliferative DR will have less retinal sensitivity than those with other stages of DR. Scotoma mapping using the MP-1 provides details of functional vision in patients with DR.

Artigo completo pode ser lido aqui.



OftalmoLaser. Esforço contínuo à excelência em tudo que é feito.
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10 maio 2012

Avastin vs Lucentis

Seria o Avastin mais protetor do olho contra-lateral? Uma plausível explicação seria pela maior penetração na circulação sistêmica do bevacizumab (Avastin).



At 2 years, 20.6% of Lucentis (ranibizumab, Genentech) patients developed CNV in the fellow eye and 16.6% of Avastin (bevacizumab, Genentech) patients developed CNV, according to Maureen G. Maguire, MD, speaking at the Association for Research in Vision and Ophthalmology annual meeting.

Texto completo aqui.


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06 maio 2012

Caso clínico 6

Metamorfopsia em paciente 20/20. Você trataria?



View more PowerPoint from Marcelo Hosoume



Imagem de Tomografia de Coerência Óptica (OCT) revelando elevação da retina na região subfoveal.


Tags: Coroidopatia Serosa Central, Tomografia de Coerência  Óptica (OCT), Distrofia Macular de Sorsby, Membrana NeoVascular SubRetiniana (MNVSR) idiopática, Terapia Fotodinâmica (PDT), Angiofluoresceinografia, anti-VEGF

02 abril 2012

Iluvien: Novo tratamento para Retinopatia Diabética

Na Retinopatia Diabética (RD) ocorre um dano nos vasos sanguíneos. Começa a ocorrer um vazamento por este vasos, como se fosse uma rachadura em um cano. O líquido se acumula na retina e causa diminuição da visão.

Iluvien é uma droga para ser utilizada dentro do olho. O princípio ativo é o acetonido de fluocinolona. Este medicamento causa a diminuição do vazamento, melhorando assim a visão.



Mais informações sobre o Iluvien aqui.

Mais informações sobre o olho e diabetes aqui.

Mais informações sobre nossa clínica aqui.

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24 março 2012

OCT auxilia no descolamento da hialóide na vitrectomia.


Artigo publica esta semana no periódico Retina pela equipe do Calderdale Royal Hospital, United Kingdom.

Esta técnica auxiliará os cirurgiões de retina a remover a hialóide com mais tranquilidade. A remoção da hialóide é um importante fator de insucesso na cirurgia de vitrectomia.


VERIFICATION OF POSTERIOR HYALOID STATUS DURING PARS PLANA
VITRECTOMY, AFTER PREOPERATIVE EVALUATION ON OPTICAL COHERENCE TOMOGRAPHY.


Optical coherence tomography imaging can accurately visualize the vitreopapillary interface. Our results show a strong correlation between OCT and intraoperative findings. The presence of a posterior vitreous detachment would be useful knowledge to the vitreoretinal surgeon in planning surgery and weighing up the risk of developing certain conditions.


Artigo completo aqui.


Treating Submacular Hemorrhage with tPA

Vídeo interessante sobre esta técnica cirúrgica. 

Quando a cirurgia de vitrectomia pode ser a solução para pacientes com Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

        



Vídeo completo aqui:

http://one.aao.org/CE/Video/VideoDetail.aspx?cid=ad0de482-1a1f-4485-af0d-0d5f40384c47



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13 fevereiro 2012

Eylea (aflibercept) novo tratamento para Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Aflibercept (Eylea, formerly VEGF Trap-Eye, Regeneron Pharmaceuticals/Bayer HealthCare) é uma nova droga que atua na inibição da formação do Fator de Crescimento Vascular Endotelial (VEGF).



A dose recomendada é a aplicação intravítrea via pars plana a cada 4 semanas nos primeiros 12 meses e então a cada 8 semanas.

Os estudos clínicos fase 3, multicêntricos, randomizados foram  o VIEW 1 e VIEW 2.

Esta nova droga vem juntar-se ao Lucentis (Ranibizumab) e Avastin (Bevacizumab) como opção terapêutica dos pacientes com DMRI.

O Eylea parece oferecer a eficácia dos agentes anti-VEGF mas com menos aplicações. Isso pode reduzir o custo financeiro e de tempo que se consome nas visitas mensais ao retinólogo.





Mais informações aqui.


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07 fevereiro 2012

Lucentis em Oclusões Vasculares Retinianas



Na semana passada foi publicado na revista "Ophthalmology" o esperado artigo sobre a segurança a longo prazo de Lucentis em oclusões vasculares de retina (RVO). O responsável pelo estudo foi Dr. Campochiaro e equipe (The Wilmer Eye Institute, The Johns Hopkins School of Medicine, Baltimore USA).

Este estudo comprova a segurança e eficácia na utilização de Ranibizumab (Lucentis) intra-vítreo via pars plana para o tratamento das Oclusões Retinianas – OVCR (Oclusão de Veia Central Retiniana) e ORVR (Oclusão de Ramo Venoso Retiniano).

O artigo completo pode ser lido aqui.

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11 janeiro 2012

Progresso na utilização de Células Tronco Embrionárias no tratamento da "Doença de Stargardt” e “DMRI seca”.

A empresa Advanced Cell Technology anunciou hoje novas informações nos seus 3 estudos clínicos em progresso para o tratamento da “Distrofia Macular de Stargardt” e a forma seca da DMRI. Estes estudos estão sendo realizados nos Estados Unidos (UCLA’s Jules Stein Eye Institute e Moorfield’s Eye Hospital).


Dois pacientes já receberam Células Tronco Embrionárias derivadas do Epitélio Pigmentar Retiniano (EPR). A companhia recebeu autorização para tratar os próximos dois pacientes no estudo da Universidade da Califórnia (UCLA).

A terapia com Células Tronco Embrionárias é aguardada com grande interesse pela comunidade oftalmológica. Pacientes com diversas patologias oculares poderão ser beneficiados no futuro.


Mais informações:



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10 janeiro 2012

O que é Vitrectomia?

Vitrectomia é a principal cirurgia utilizada pelos médicos especialistas em retina.

Ela é realizada com anestesia local associado a sedação. Isto é, o paciente fica "dormindo" enquanto a cirurgia é realizada.

Normalmente, é necessário realizar 3 microincisões na esclera do olho, veja a foto abaixo. Para mais informações sobre anatomia do olho clique aqui.



Esta técnica cirúrgica é utilizada nas patologias de Descolamento de Retina, Membrana Epi-retiniana, Buraco de mácula entre outras.

No período de recuperação da cirurgia o paciente, na maioria das vezes, deve realizar a posição de cabeça.

Veja um vídeo sobre esta cirurgia abaixo.



Os médicos da Oftalmolaser Dr. Marcussi Palata Rezende, Dr. Ricardo Bernardes Filho, Dra. Clarissa Machado Odloak e Dr. Marcelo Hosoume se atualizam constantemente com informações advindas dos melhores centro do mundo.

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