29 janeiro 2011

Oclusão Veia Central Retiniana (OVCR) Essentials

Principais estudos em oclusões retinianas



SCORE
Standard Care versus corticosteroid for Retinal Vein Occlusion Trial



Acuidade Visual





Incidência de Catarata



Incidência de Glaucoma



CRUISE
Ranibizumab vs. Sham

Acuidade Visual













Ozurdex 

Dr. Marcelo Hosoume 
Retina - UNIFESP
Oftalmo Laser - Presidente Prudente - SP
Av. Washington Luiz, 1104

(18) 3222.6363

27 janeiro 2011

O melhor presente


Excelente vídeo





Stacey Kramer oferece uma emocionante parábola pessoal de 3 minutos que mostra como uma experiência indesejada -- medonha, traumática e dispendiosa -- pode acabar sendo um presente inestimável

25 janeiro 2011

Grid por Laser Navegado (Navilas) após falha do Bevacizumab (Avastin) em oclusões de ramo venoso retiniano.


Navigated Grid Laser Treatment (Navilas) After Bevacizumab (Avastin) Failure in BRVO.





Retinal Vein Occlusions are second only to Diabetic Retinopathy as the most common retinal vascular disease. Indifferent to ethnic or racial groups, treatment of this disease continues to be complicated. While intravitreal injections of Bevacizumab has gained popularity in the treatment of these venous occlusive diseases, long term Bevacizumab failures can and do occur.


Oclusões de  ramo de veia retiniana (ORVR) estão atrás apenas da Retinopatia Diabética como a doença vascular da retina mais frequente. Indiferente a grupos étnicos ou raciais, o tratamento desta doença continua a ser complicado. Apesar das injeções intravítreas de bevacizumab ganhar popularidade no tratamento destas doenças venosas oclusiva, a longo prazo falhas podem acontecer.

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Dr. Marcelo Hosoume Retina - UNIFESP Oftalmo Laser - Presidente Prudente - SP Av. Washington Luiz, 1144 (18) 3222.6363 www.oftalmolaser.med.br Avastin preço Avastin oftalmologia Avastin SUS Avastin Anvisa

21 janeiro 2011

Retinopatia diabética essentials

DRS study




ETDRS laser mácula AV



UKPDS



Foto 1 - Standard photograph 1




foto 2A - RDNP severa



Foto 2A - Standard photograph 2A




Foto 8A - IRMA (Intraretinal Microvascular Abnormalities)



Foto 10A - Standard photograph 10A



Seguimento retinopatia diabética (RD)




Ranibizumab e laser em edema macular diabético (EMD)




VEGF em RD


Ensaio randomizado de clindamicina intravítrea e dexametasona versus pirimetamina, sulfadiazina e prednisona no tratamento da toxoplasmose ocular.


Ophthalmology. 2011 Jan;118(1):134-41. Epub 2010 Aug 12.
Randomized trial of intravitreal clindamycin and dexamethasone versus pyrimethamine, sulfadiazine, and prednisolone in treatment of ocular toxoplasmosis.
Department of Ophthalmology and Ophthalmic Research Center, Labbafinejad Medical Center, Shahid Beheshti Medical University, Tehran, Iran. masoud_soheilian@yahoo.com

Abstract
PURPOSE: To compare the efficacy of intravitreal injection of clindamycin and dexamethasone with classic treatment for ocular toxoplasmosis.
DESIGN: Prospective, randomized single-masked clinical trial.
PARTICIPANTS: A total of 68 patients with active ocular toxoplasmosis were assigned randomly to 2 treatment groups: 34 in the intravitreal clindamycin plus dexamethasone (IVCD) group and 34 in the classic treatment (CT) group.
INTERVENTION: The IVCD group received 1 to 3 injection(s) of 1 mg intravitreal clindamycin and 400 μg dexamethasone, and the CT group received 6 weeks of treatment with pyrimethamine and sulfadiazine plus prednisolone. Antitoxoplasmosis antibodies (immunoglobulin [Ig] M and IgG) were measured using an enzyme-linked immunosorbent assay.
MAIN OUTCOME MEASURES: Changes in retinochoroidal lesion size, measured by a computer program written in the MATLAB environment, 6 weeks after initiation of treatment. Visual acuity (VA) changes, vitreous inflammatory response, adverse drug reactions, and rate of recurrence were secondary outcome measures.
RESULTS: The mean number of injections in the IVCD group was 1.6. The lesion size reduction was statistically significant after treatment in both IVCD and CT groups (P < 0.001 and P = 0.009, respectively). However, the difference in mean percentage of reduction at 6 weeks was not significant: 57.0 ± 27.8% in the IVCD group versus 58.4 ± 29.3% in the CT group (P = 0.569). In relation to the baseline, VA increased by 0.44 ± 0.24 and 0.29 ± 0.19 logarithm of the minimum angle of resolution units in the IVCD and CT groups, respectively (P < 0.001); however, the difference of VA improvement between the groups was not significant. The interaction effect of IgM and treatment group on lesion size reduction was significant (P = 0.002); this indicated that IgM-positive cases responded better to CT and IgM-negative cases responded better to IVCD treatment. Vitreous inflammation reduction was insignificant between the groups. Within 2 years, 4 eyes (2 in each group) had 1 episode of recurrence. Adverse drug reactions occurred in 2 patients in the CT group. No major injection-related complication was encountered in the IVCD group.
CONCLUSIONS: Intravitreal injection of clindamycin and dexamethasone may be an acceptable alternative to the classic treatment in ocular toxoplasmosis. It may offer the patient more convenience, a safer systemic side effect profile, greater availability, and fewer follow-up visits and hematologic evaluations.



English to Portuguese translation – by Google translate

Resumo
OBJETIVO: comparar a eficácia da injeção intravítrea de clindamicina e dexametasona com o tratamento clássico para toxoplasmose ocular.
PROJETO: Estudo prospectivo, randomizado, simples-cego ensaio clínico.
PARTICIPANTES: Um total de 68 pacientes com toxoplasmose ocular ativa foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: 34 no clindamicina mais dexametasona intravítrea grupo (IVCD) e 34 no tratamento clássico (CT) do grupo.
INTERVENÇÃO: O grupo recebeu IVCD 1-3 injeção (s) de 1 mg de clindamicina intravítrea de dexametasona e 400 mg, e o grupo CT recebeu 6 semanas de tratamento com pirimetamina e sulfadiazina e prednisona. Antitoxoplasmosis anticorpos (imunoglobulinas [Ig] M e IgG) foram medidos usando um ensaio imunoenzimático.
MEDIDAS PRINCIPAIS DO RESULTADO: Mudanças no tamanho da lesão retinocoroidal, medido por um programa escrito em ambiente MATLAB, seis semanas após o início do tratamento. A acuidade visual (VA) muda, a resposta inflamatória do vítreo, as reações adversas a medicamentos, e a taxa de recorrência foram medidas de desfecho secundário.
RESULTADOS: O número médio de injeções no grupo IVCD foi de 1,6. A redução do tamanho das lesões foi estatisticamente significativa após o tratamento em ambos os IVCD e CT (P <0,001 e P = 0,009, respectivamente). No entanto, a diferença no percentual médio de redução em seis semanas não foi significativa: 57,0 ± 27,8% no grupo IVCD versus 58,4 ± 29,3% no grupo TC (P = 0,569). Em relação ao basal, VA aumentou de 0,44 ± 0,24 e 0,29 ± 0,19 logaritmo do ângulo mínimo de unidades de resolução na IVCD e CT, respectivamente (P <0,001), entretanto, a diferença de melhora da AV entre os grupos não foi significativa. O efeito da interação de IgM e grupo de tratamento sobre a redução de tamanho da lesão foi significativa (P = 0,002), o que indica que os casos IgM positivos responderam melhor ao CT e os casos de IgM negativo responderam melhor ao tratamento IVCD. redução da inflamação vítrea foi insignificante entre os grupos. Dentro de 2 anos, 4 olhos (2 em cada grupo) tiveram um episódio de recidiva. As reações adversas ocorreram em 2 pacientes no grupo CT. O número de complicações relacionadas à injeção foi encontrado no grupo IVCD.
CONCLUSÕES: A injeção intravítrea de clindamicina e dexametasona pode ser uma alternativa aceitável para o tratamento clássico na toxoplasmose ocular. Pode oferecer ao paciente mais conforto, mais seguro perfil de efeitos colaterais sistêmicos, maior disponibilidade, e menos visitas de acompanhamento e avaliações hematológicas. 
Dr. Marcelo Hosoume 
Retina - UNIFESP
Oftalmo Laser - Presidente Prudente - SP
Av. Washington Luiz, 1104

(18) 3222.6363

20 janeiro 2011

DR essentials

Descolamento de retina



Descolamento de retina sub-clínico




Fatores de risco para DR



Indicações de tratamento




DR lesões predisponentes - laser




PVR (Proliferação vítreo retiniana) - classificação 1991




PVR classificação 1983



Gás retinopexia pneumática



DR OCT segmentos externos/internos dos fotorreceptores (IS/OS)